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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

IMPEACHMENT CUNHA NÃO COMENTA REAÇÃO DE DILMA, QUE OUVIU BUZINAÇO

'CADA UM TEM SUA MANEIRA DE SE COMPORTAR', DIZ EDUARDO CUNHA
Publicado: 03 de dezembro de 2015 às 09:06 - Atualizado às 09:33
Redação
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MOTORISTAS BUZINARAM E GRITARAM CONTRA DILMA, À PASSAGEM PELO PLANALTO E ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS. (FOTO: ESTADÃO CONTEÚDO)
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tentou se esquivar de comentar a reação da presidente Dilma Rousseff após o anúncio do acolhimento do processo de impeachment. "Não vou comentar. Já comuniquei a decisão e está lá escrito. Fui bastante zeloso nas minhas palavras. Cada um tem sua maneira de se comportar", afirmou Cunha ao deixar a Câmara no final da noite desta quarta-feira, 2.
Enquanto Dilma se reunia com assessores e ministros, carros buzinavam quando passavam à frente do Palácio do Planalto, com os motoristas gritando xingamentos contra ela. Vários populares apareceram com faixas de apoio ao impeachment e bandeiras do Brasil.
Cunha anunciou a abertura do impeachment as 18h38 de ontem. Duas horas depois, a presidente fez o pronunciamento no Palácio do Planalto em que se disse confiante de que o processo será arquivado e que não há motivos para a abertura de um processo de impeachment contra ela.
Dilma se declarou "indignada" com a decisão de Cunha. Em curto pronunciamento, ela ainda alfinetou Cunha ao afirmar que não possui conta no exterior e nunca ocultou patrimônio pessoal.
O presidente da Câmara, que deu andamento ao pedido de impeachment nesta quarta-feira, é alvo de investigações pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato por supostamente possuir contas na Suíça das quais seria beneficiário.

Dilma diz que não ocultou bens. Fez pior: ocultou a verdade para vencer a eleição e jogou o país no buraco.

EM 


Do blog do coronel - Em pronunciamento, a presidente Dilma Rousseff disse que recebeu com indignação a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de acatar o pedido de impeachment contra ela. Em referência indireta ao peemedebista, ela afirmou que não tem conta no exterior, que não pesam contra ela denúncias de práticas de atos ilícitos nem de desvio de dinheiro público. Com uma cara bastante séria, Dilma prosseguiu, dizendo que nunca coagiu pessoas nem instituições em busca de satisfazer seus interesses pessoais. Segundo ela, são inconsistentes e improcedentes as razões que embasaram o pedido de impeachment. A matéria é de O Globo.

Dilma também negou que tenha barganhado votos no Conselho de Ética da Câmara para evitar a abertura de processo de perda de mandato contra Cunha. Ela aproveitou ainda para registrar que o Congresso aprovou na tarde de hoje a nova meta fiscal, permitindo que o governo volte a ter condições de prestar todos os serviços à população.

— Recebi com indignação a decisão do presidente da Câmara de processar pedido de impeachment contra mandato democraticamente conferido a mim pelo povo brasileiro. São inconsistentes e improcedentes as razões que fundamentam esse pedido. Não existe nenhum ato ilícito praticado por mim. Não paira sobre mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público. Não possuo contas no exterior. Nunca coagi ou tentei coagir instituições ou pessoas na busca de satisfazer meu interesse. Meu passado e meu presente atestam minha idoneidade e meu inquestionável compromisso com as leis e a coisa coisa pública — discursou Dilma ao lado de 11 ministros.


— Nós últimos tempos,em especial nos últimos dias, a imprensa noticiou que haveria interesse na barganha dos votos de membros da base governista no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Em troca haveria o arquivamento dos pedidos de impeachment. Eu jamais aceitaria ou concordaria com quaisquer tipos de barganha, muito menos aquelas que atentam contra o livre funcionamento das instituições democráticas do meu país, bloqueiam a justiça, ou ofendam os princípios morais ou éticos que devem governar a vida pública. Tenho convicção e absoluta tranquilidade quanto à improcedência desse pedido, bem como quanto ao seu justo arquivamento. Não podemos deixar as conveniências e os interesses indefensáveis abalarem a democracia e a estabilidade de nosso país. Devemos ter tranquilidade e confiar nas nossas instituições e no estado democrático de direito. Obrigado a todos vocês e muito boa noite.

Em resposta ao pronunciamento de Dilma, Eduardo Cunha preferiu adotar tom cauteloso:— Não vou comentar. Cada um tem a sua maneira. Eu fui muito zeloso com as minhas palavras.
A presidente esteve acompanhada, no Salão Leste do Palácio do Planalto, dos ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoine (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Justiça), GIlberto Occhi (Integração), Celo Pansera (Ciência e Tecnologia), Aldo Rebelo (Defesa), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior),Gilberto Kassab (Cidades), Luís Inácio Adams (AGU) e André Figueiredo (Comunicações).
Ao longo dos quatro minutos que duraram seu discurso, os ministros permaneceram enfileirados ao lado direito de Dilma, em manifestação de apoio.

O Palácio do Planalto foi tomado de surpresa com a decisão de Cunha de abrir o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff hoje. No começo da tarde, logo após o anúncio dos deputados petistas de que votariam contra Cunha no Conselho de Ética, o governo reagiu imediatamente temendo que algo grave pudesse acontecer, vislumbrando a discussão do impeachment nas próximas semanas. No entanto, ao longo da tarde e com o ambiente parecendo calmo, o Planalto resolveu que aguardaria os desdobramentos da reunião do conselho, na semana que vem. Mesmo com a preocupação no ar, ninguém imaginava que Cunha desse andamento ainda hoje ao pedido de afastamento.

Imediatamente após o anúncio de Cunha de que aceitaria o pedido de impeachment, o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) desceu para o gabinete de Dilma para discutir o assunto. Em seguida chegou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Auxiliares da presidente afirmaram que o momento é de cautela e que não cabia até então ao governo se antecipar ao debate sobre o impeachment. Até minutos antes do anúncio de Cunha, o Planalto avaliava que se ele tomasse essa decisão, ficaria evidente que estava se vingando do PT e do Executivo. Surpreendidos, os governistas se reunirão para decidir qual será a reação a Cunha.

O núcleo político do governo vinha operando fortemente para que os três deputados petistas no Conselho de Ética aliviassem a situação de Cunha a fim de evitar que ele aja contra a petista. A operação, no entanto, vinha causando constrangimento na maioria da bancada do PT, que não concordava com a ajuda ao peemedebista.

— Berzoini, Jaques e Rossetto, que têm proximidade com muitos de nós na bancada sabiam da nossa posição e da nossa dificuldade, mas agiram de forma contraditória, numa posição de governo que não era boa para ninguém — disse um parlamentar petista citando os ministros do PT da Secretaria de Governo, da Casa Civil e do Trabalho, respectivamente.

A decisão tomada pela bancada, com o suporte do PT a partir da nota do presidente Rui Falcão, expôs a rebeldia dos deputados com a pressão do governo. — Criou-se uma situação muito constrangedora. Não podemos igualar Dilma a Cunha — disse o deputado Vicentinho (PT-SP).

Alan Sanches conclama sociedade a reagir contra aumento de imposto do governo da Bahia

Do-jornaldamidia.com.br

Para Alan Sanches, o governo não quer poupar e busca alternativa para a população pagar a conta.
Para Alan Sanches, o governo não quer poupar e busca alternativa para a população pagar a conta.

Inconformado com o projeto de lei que chegou à Assembleia Legislativa que aumenta impostos, incluindo o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o deputadoestadual Alan Sanches conclamou a sociedade civil, que conforme ele, é quem sentirá ainda mais o prejuízo no bolso, para protestar, contra o que considera, mais um absurdo. Para o parlamentar, a confirmação da elevação do ICMS seria mais do que retrocesso.

“Se aprovado este projeto vou poder dizer que estamos voltando à Idade Média, aos tempos medievais que quando o rei se sentia prejudicado no seu tesouro, na sua riqueza, ele aumentava os impostos oprimindo a população. E isso, infelizmente, estamos vivendo nos tempos atuais. Ao invés de buscar meios para que Governo Federal, seu aliado de primeira hora, honre seus compromissos, ao invés de diminuir o número de secretárias, de superintendências, o Governo do Estado, simplesmente para fechar suas contas que já extrapola o limite prudencial com gastos de pessoal, pune a população baiana, que vive umas das piores crises da história do país, elevando ainda mais os impostos”.

O deputado reforça ainda que o executivo estadual já onerou o bolso dos servidores públicos que estão sentindo na pele a nova regulamentação do Planserv, mudança a qual, ele destaca, tentou barrar, mas não teve apoio. “Portanto, é preciso que a população se levante contra mais essa punição, esse presente de Natal que Rui Costa está concedendo”, sustentou..

CHICO REIS QUER CPI PARA INVESTIGAR PLAGIO DE PLANO DE SANEMANRO DA EMASA


Vereador Chico Reis, quer a verdade
Na Sessão Plenária da Câmara de Vereadores de Itabuna, hoje (02) à tarde, através do vereador Chico Reis (PRP), foi entregue um documento com assinaturas de 300 funcionários da Empresa Municipal de Águas e Saneamento-EMASA S/A, para que seja investigado, através de uma CEI-Comissão Especial de Investigação, um possível plágio de um  Plano de Saneamento Básico, visando a venda daquela empresa e, que, segundo informações, custou 690 mil reais, da cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dilma tem apenas 2% de "ótimo" na CNI-Ibope.

É o fundo do poço. Pesquisa CNI-Ibope apresentada agora mostra Dilma com aprovação de apenas 2% de ótimo e 8% de bom. Já ruim e péssimo soma 69%. Regular, 21%. 82% desaprova a presidente. Os números são desesperadores. Leia mais aqui. E aqui. 

Augusto Castro se reúne com Aécio Neves para traçar metas para 2016

DO VERDINHO
O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) cumpriu uma agenda política nesta terça-feira no congresso nacional. Ele se reuniu com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves.

O PSDB se reuniu na liderança do Senado para definir as estratégias para os maiores 150 municípios do país na eleição de 2016. Augusto Castro é pré-candidato a prefeito de Itabuna e o partido está traçando algumas metas para a sua pré-campanha.

“ É com muita alegria que recebo a visita do deputado Augusto Castro no momento em que o PSDB se fortalece em todo o Brasil, em especial na Bahia e de forma especialíssima em Itabuna. Me lembro muito bem da forma carinhosa como fui recebido em Itabuna na nossa caminhada eleitoral e do extraordinário resultado que lá tivemos.

Tenho certeza que essa belíssima construção política, com o talento do Augusto e com o apoio dos seus companheiros nós estaremos prestes dentro de muito pouco tempo construir uma nova história para Itabuna. Vamos permitir que Itabuna der um grande salto no seu desenvolvimento”, declarou Aécio Neves.

Augusto Castro estava acompanhado do presidente estadual do PSDB, João Gualberto, do ex-deputado João Almeida, dos deputados Jutahy Magalhães e Antônio Imbassahy.

Gasolina aumenta hoje 6% e óleo diesel sobe mais 4%

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Gasolina aumenta hoje 6% e óleo diesel sobe mais 4%

A alta na refinaria deve ser repassada ao consumidor, com impactos na inflação deste e do próximo ano.
A Petrobras informou, na noite desta terça-feira (29), que decidiu reajustar os preços de venda de seus combustíveis nas refinarias. Os reajustes são de 6% na gasolina e de 4% no óleo diesel.

Os aumentos já valem a partir desta quarta-feira (30) e são em valores médios no Brasil. “Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, especificou a estatal em nota.

A recomposição de preços é uma estratégia da companhia para recuperar sua situaçãofinanceira e permitir que possa manter os investimentos previstos.

A alta na refinaria deve ser repassada ao consumidor, com impactos na inflação deste e do próximo ano.
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