Essas
sessões de torturas foram realizadas no Destacamento de Operações de
Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) de São Paulo, e
também em uma prisão da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Acusado de torturar Dilma leva vida tranquila no
Guarujá
Militar aposentado falou ao iG;
ele está entre alvos do MPF por participação na morte de 6 pessoas e na tortura
a outras 20
Ricardo Galhardo, enviado ao Guarujá | 28/11/2010 07:00
Acusado pelo
Ministério Público Federal de participar da morte de seis presos políticos e
torturar outras 20 pessoas, entre elas a presidenta eleita Dilma Rousseff , o
tenente-coronel reformado do Exército Maurício Lopes Lima descreve a violência
nos porões da ditadura como algo “corriqueiro”. Na mesma semana em que o
presidente Luiz Inácio Lula da
Silva declarou que o torturador de sua sucessora hoje deve estar se
torturando, a reportagem do iG encontrou o militar levando uma vida calma na praia
das Astúrias, no Guarujá.
Foto: iG
Homem apontado
como torturador de Dilma pediu para não ser fotografado e permitiu apenas
reprodução de imagem sua tirada na época
Hoje aposentado,
ele fala tranquilamente sobre os acontecimentos relatados em 39 documentos que
serviram de base para a ação civil pública ajuizada na 4ª Vara Cível contra
ele. Questionado sobre o uso da tortura nos interrogatórios, comentou: “Era a
coisa mais corriqueira que tinha”, afirmou. Embora negue ter torturado Dilma,
ele admite que teve contato com a presidenta eleita. Diz que na época não podia
sequer imaginar que a veria na Presidência. “Se soubesse naquela época que ela
seria presidenta teria pedido: ‘Anota meu nome aí. Eu sou bonzinho’”,
afirma.
A ação aberta
contra Lima e os demais acusados – dois ex-militares e um ex-policial civil -
se refere ao período entre 1969 e 1970, quando Lima e outros três acusados
integraram a equipe da Operação Bandeirante e do DOI-Codi, ambos protagonistas
da repressão política durante a ditadura militar (1964-1985). Entre os documentos,
está um depoimento de Dilma à Justiça Militar, em 1970, no qual ela pede a
impugnação de Lima como testemunha de acusação, alegando que o então capitão do
Exército era torturador e, portanto, não poderia testemunhar.
“Pelos nomes
conhece apenas a testemunha Maurício Lopes Lima, sendo que não pode ser
considerada a testemunha como tal, visto que ele foi um dos torturadores da
Operação Bandeirante", diz o depoimento de Dilma. Na época com 22 anos, a
hoje presidenta eleita foi presa por integrar a organização de esquerda
VAR-Palmares. No mesmo depoimento Dilma acusa dois homens da equipe de Lima de
ameaçá-la de novas torturas quando ela já havia sido transferida para o
presídio Tiradentes. Ela teria questionado se eles tinham autorização judicial para
estarem ali e recebido a seguinte resposta: “Você vai ver o que é juiz lá na
Operação Bandeirante”.
DILMA revela detalles de LA TORTURA
Dilma durante el interrogatorio en 1970 a los 22 años
En una entrevista con el Consejo de Derechos Humanos, otorgó el presidente dice
que fue colocado en el bastidor palo, cogió la pala, tuvo golpes y choques
El presidente de Rousseff fue colocado en lapa de madera, cogió la vara, el
choque y tuvo golpes que causaron serios problemas en sus dientes durante la
tortura que sufrió bajo la dictadura, de acuerdo con los documentos muestran "El
Estado de Minas" y "Correo Braziliense" .
Ambas revistas se reproducen una entrevista Dilma Consejo de Derechos Humanos de
Minas Gerais, concedida en 2001, que relata las torturas que sufrió entre 1970
y 1973, cuando fue detenido y condenado por un tribunal militar como un grupo militante
de izquierda que luchó el régimen militar.
En la declaración, el Jefe de Estado dijo que a veces no sabía si los
interrogatorios a "largo plazo" pasar el día o la noche. Los
torturadores utilizan para empatar el partido al revés y luego aplicar las
cargas eléctricas, un método de tortura que "no deja huella, sólo la mía",
en palabras del presidente.
"El estrés es feroz. Encuentra, en primer lugar, que estaba sola. Me
enfrenté a la muerte y la soledad. Recuerdo el miedo que mi piel se estremeció.
Tiene una mano que nos marca de por vida", dijo Dilma.
Estas sesiones de tortura se llevaron a cabo en el desplazamiento de Operaciones
de Información - Centro de Operaciones de Defensa Interna (DOI-CODI) de São
Paulo, y también en una prisión en la ciudad de Juiz de Fora, Minas Gerais.
DILMA REVEALS DETAILS OF TORTURE
Dilma during interrogation in 1970 at age 22
In an interview with Human
Rights Council, granted the president says he was placed in the stick rack, picked
up the paddle, took punches and shocks
The president Rousseff was placed in wooden macaw, picked up the rod, shock and
took punches that caused serious problems in their teeth during the torture he
suffered under the dictatorship, according to the papers show "The State
of Mine" and "Mail Braziliense" .
Both journals reproduce an interview Dilma the Human Rights Council of Minas Gerais
granted in 2001, which recounts the tortures he suffered between 1970 and 1973,
when she was arrested and sentenced by a military tribunal as a militant leftist
group that fought the military regime.
In the statement, the Head of State said that sometimes did not know whether interrogations
"long term" happen day or night. The torturers used to tie it upside
down and then apply electrical charges, a method of torture that "leaves
no trace, you only mine" in the words of the president.
"Stress is fierce. Found, first, that she was alone. I faced death and loneliness.
I remember the fear when my skin shivered. Has a hand that marks us for life,"
said Dilma.
These torture sessions were held in Posting of Information Operations - Operations
Center Internal Defense (DOI-CODI) of São Paulo, and also in a prison in the
city of Juiz de Fora, Minas Gerais.
Дилма раскрывший подробности пыток
Дилма во время допроса в 1970 году в возрасте 22 лет
В беседе с Советом по правам
человека, предоставленные президенту говорит, что он был помещен в палку стойке,
взял весло, взял удары и потрясения
Президент Руссефф была помещена в деревянную ара, поднял жезл, шок и взял удары,
которые вызвали серьезные проблемы в зубах во время пыток, которым он страдал в
условиях диктатуры, согласно документы показывают «Государство Mine" и "Почта
Braziliense" .
Оба журнала воспроизводить интервью Дилма Совета по правам человека Минас-Жерайс
предоставлен в 2001 году, который рассказывает о пытках он страдал в период
между 1970 и 1973 году, когда она была арестована и приговорена военным трибуналом
в качестве боевой левые группы, которые боролись военного режима.
В своем выступлении глава государства отметил, что иногда не знаю, допросы "долгосрочной
перспективе" случилось днем, ни ночью. Палачи использовали, чтобы связать его
с ног на голову, а затем применить электрические заряды, метод пытки, что
"не оставляет следов, ты только мой», по выражению президента.
"Стресс является жесткой. Найдено, что, во-первых, она была одна. Я
столкнулся смерти и одиночества. Я помню страх, когда моя кожа вздрогнул. Имеет
руки, отмечается нами на всю жизнь", сказал Дилма.
Эти пытки заседания были проведены в Размещение информационных операций - Центр
управления внутренней обороны (DOI-CODI) Сан-Паулу, а также в тюрьме в городе Juiz-де-Фора,
Минас-Жерайс.
Dilma zeigt Details TORTURE
Dilma während des Verhörs im Jahr 1970 im Alter von 22
In einem Interview mit Menschenrechtsrat
hat der Präsident sagt, dass er in der Stick-Rack platziert wurde, nahm das Paddel,
nahm Schläge und Stöße
Der Präsident Rousseff in Holz-Ara gelegt wurde, nahm den Stab, Schock und nahm
Schläge, die schwerwiegende Probleme in den Zähnen während der Folter, die er unter
der Diktatur gelitten, nach den Papieren verursacht "The State of Mine"
und "Mail braziliense" .
Beide Zeitschriften reproduzieren ein Interview Dilma der Menschenrechtsrat von
Minas Gerais im Jahr 2001 gewährt, die die Qualen erlitt er zwischen 1970 und 1973,
als wurde sie verhaftet und von einem Militärgericht verurteilt als eine militant-linke
Gruppe, die kämpften, erzählt das Militärregime.
In der Erklärung sagte das Staatsoberhaupt, dass manchmal nicht wußte, ob Verhöre
"langfristig" passieren, Tag oder Nacht. Die Folterer verwendet
werden, um sie auf den Kopf binden und dann gelten die elektrischen Ladungen,
eine Foltermethode, dass "hinterlässt keine Spuren, nur mein" in den
Worten des Präsidenten.
"Stress ist heftig. Zunächst festgestellt, dass sie allein war. Ich vor dem
Tod und Einsamkeit. Ich erinnere mich an die Angst, wenn meine Haut zitterte. Hat
eine Hand, die uns kennzeichnet für das Leben", sagte Dilma.
Diese Folterungen wurden in Entsendung von Information Operations gehalten - Internal
Defense Operations Center (DOI-CODI) von São Paulo, und auch in einem Gefängnis
in der Stadt Juiz de Fora, Minas Gerais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário